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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Jucazinho está no 'menor percentual da vida útil', diz gerente da Compesa
Obra emergencial vai tentar captar água do volume morto da barragem. 
Abastecimento em doze municípios foi suspenso e será feito por carros-pipa.

Barragem de Jucazinho está no volume morto, com 2,5% da capacidade total (Foto: Reprodução/TV Asa Branca)Barragem de Jucazinho está com 2,5% da capacidade total (Foto: Reprodução/TV Asa Branca)


"A gente chegou no percentual menor de toda a vida útil da barragem [de Jucazinho]", afirma a gerente regional da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Nyadja Menezes. Em entrevista ao ABTV 1ª edição nesta segunda-feira (26) ela disse que a capacidade da barragem, localizada em Surubim, no Agreste do estado, está em 2,5% do total. Dos 327 milhões de metros cúbicos que o reservatório comporta, atualmente há apenas oito milhões.

A gestora explicou que Jucazinho está no volume morto, por isso será feita uma obra emergencial para que a água possa ser utilizada. "Nosso intuito é retirar essa água. Da forma que está a gente não teria condições nenhuma de tirar água desse volume morto. E daí a importância de executar essa obra emergencial para possibilitar que essas doze localidades possam voltar a ser atendidas pela barragem", explicou.
O líquido será retirado do local por meio de uma bomba submersa, segundo informou a assessoria da Compesa. Enquanto a obra não é concluída, a água chegará aos municípios por meio de carros-pipa. Os doze municípios que são abastecidos pela barragem estão com o fornecimento de água suspenso por conta da obra de captação do volume morto - o abastecimento foi interrompido no sábado (24) e seguirá por quinze dias.
A gerente da Companhia afirmou que "vai criar uma estratégia operacional  para que a localidade seja atendida [com carros-pipa] sem precisar a população ir na Compesa". Ela explicou que a suspensão do abastecimento vai durar até a conclusão da obra emergencial e, em seguida, será divulgado um novo calendário de fornecimento de água.
O uso do volume morto vai permitir que a retirada de água seja mantida por mais quatro ou cinco meses - dentro do esquema de rodízio atual - para as 12 cidades envolvidas: Cumaru, Passira, Riacho das Almas, Santa Cruz do Capibaribe, Salgadinho, Surubim, Casinhas, Santa Maria do Cambucá, Vertente do Lério, Frei Miguelinho, Vertentes e Toritama, além do distrito de Ameixas. Caruaru, também no Agreste, continua sendo atendida pela barragem do Prata, enquanto Gravatá e Bezerros, pelos reservatórios de Brejinho, Cliper, Vertentes e Brejão.

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