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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Filme "Dia de Condenado" é gravado em Caruaru

Foto: Vanderson Santos

Caruaru virou cenário para mais um filme. Dessa vez, foi o curta-metragem "Dia de Caçador" do diretor Túlio Beat que foi gravado na cidade. Com elenco composto por Edson Barros, Bruna Santos e Arary Marrocos, a produção independente tem previsão de conclusão para janeiro.

"O que você faria se fosse seu último minuto de vida?" - Com essa premissa o roteiro aborda a agonia de um condenado instantes antes da execução de sua sentença capital. No papel principal, o experiente ator Edson Barros contracena com a atriz Bruna Santos e com a grande dama do teatro caruaruense Arary Marrocos (diretora, produtora e fundadora do TEA - Teatro Experimental de Arte). 

O elenco conta ainda com Rosbergg Alexsander, Herton Sanchez e Ícaro Raphael. Na direção de arte, Paulo Conceição e na direção de fotografia - Vanderson Santos. A trilha sonora fica por conta da banda de rock Terceiro Sol. A finalização está prevista para janeiro e a distribuição será independente. 

Túlio Beat 

Caixa fechará agências e demitirá 11 mil funcionários




A Caixa Econômica Federal deve seguir o exemplo do Banco do Brasil e planeja medidas de aumento de eficiência para 2017. O banco público deve fazer um novo programa de aposentadoria incentivada que pode atingir cerca de 11 mil funcionários.

No entanto, o programa não pode ser feito agora porque a Caixa precisa de R$ 1,2 bilhão para pagar incentivos e direitos. A instituição ainda também estuda a possibilidade de fechar 100 agências que não dão lucro.
“São dois problemas, tem de ter capital para resolver a questão de eficiência para aumentar o capital do banco”, disse o presidente do banco, Gilberto Occhi, após a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. “Por isso, a gente ainda não fez, mas está quase pronto”, completou.
Segundo Occhi, esses 11 mil funcionários já têm condições de estarem aposentados, mas continuam na ativa. A saída deles da planilha de custo deve ajudar a Caixa a se enquadrar nas regras de Basileia 3 – as normas entram em vigor em janeiro de 2019, mas os bancos já devem estar enquadrados 18 meses, ou seja, em junho do ano que vem.

Inchaço

A Caixa foi usada nos últimos anos pelo governo do PT como locomotiva do crédito no país, estratégia para impulsionar a atividade econômica. Dessa forma, a instituição conseguiu aumentar sua participação no mercado, mas essa expansão do crédito também provocou efeitos colaterais, como o aumento do nível de calotes.
O alto número de agências deficitárias também é consequência dessa política. Desde 2010, a Caixa abriu 1.329 agências. A análise da direção do banco é que não se faz mais necessária toda essa estrutura, ainda mais com a mudança dos hábitos dos clientes, que cada vez mais optam pelos serviços pelo computador ou pelo smartphone.
Um empecilho para o fechamento das agências é o fato de as unidades serem usadas para o pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, mas a avaliação é de que esse serviço poderia ficar restrito às casas lotéricas. O banco tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento e 25 mil correspondentes Caixa Aqui e Lotéricos.
Ao contrário do BB, um dos desafios da Caixa é aumentar a quantidade de transações online, que representam menos de um quarto do total de transações do banco. A Caixa tem 85,9 milhões de correntistas e poupadores, mas apenas 19% usam o internet banking, inclusive tablet, e 5% instalaram o aplicativo do banco no smartphone. Mesmo assim, a quantidade de transações pela web aumentou 18,7% na comparação com 2015. As transações via smartphone subiram 66,5%.
Para não depender de um aporte de capital da União, a Caixa tem de buscar eficiência e também pretende abrir o capital de duas empresas: a Lotex e a Caixa Seguridade.
Gilberto Occhi disse que o contrato com o BNDES para que comece o tramitar o lançamento inicial de ações (IPO, sigla em inglês) da área de loterias será assinado na sexta-feira. O banco de desenvolvimento será o responsável por dar o real valor do ativo, montar road shows para atrair investimentos e chamar os demais bancos para participarem da operação.
“A ideia é que a operação seja feita no primeiro semestre do ano que vem”, frisou Occhi, que justificou que o processo tem demorado mais do que o estipulado pela diretoria porque os órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), foram procurados antes. “É uma questão de negociação. Estamos fazendo com todo cuidado”.
Questionado sobre o comportamento do crédito durante a crise, ele disse que a Caixa deve ser o único banco do país que aumentou o volume de empréstimos neste ano e que manterá o ritmo em 2017. “A previsão de crédito é igual a deste ano. Nada vai fugir do que estamos fazendo hoje”, afirmou.
Gazeta do Povo

Capital do Forró recebe a 2ª Mostra de Rosas do Deserto e Orquídeas



Nos dias 03 e 04 de Dezembro o Polo Caruaru vai receber a 2ª Mostra de Rosas do Deserto e Orquídeas. Serão cerca de 300 orquídeas de 60 espécies diferentes e mais de 400 Rosas do Deserto, de diversos tipos, que ficarão expostas na Praça de Eventos.


A exposição é gratuita e terá um stand de vendas com flores a partir de R$ 10. A iniciativa é da Associação Orquidófila de Pernambuco (Assope), que trouxe o evento pela primeira vez em junho deste ano. Devido ao sucesso da exposição, a associação trouxe o evento novamente ao centro comercial.


O Polo Caruaru fica no km 62 da BR 104, e funciona das 9h às 18h.

260 mil brasileiros sabem que têm HIV e não se tratam, diz ministério…

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O Ministério da Saúde informou que 260 mil pessoas sabem que estão infectadas pelo HIV no Brasil e não estão se tratando. Outras 112 mil têm o vírus e não sabem por não apresentarem os sintomas, de acordo com a estimativa do governo. A coletiva de imprensa desta quarta-feira (30) chama atenção para o Dia Mundial de Combate à Aids, que ocorre nesta quinta (1º).

De acordo com a diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Adele Benzaken, essas pessoas que sabem que estão infectadas e não recebem o tratamento estão, em maior parte, em negação com relação ao vírus. Ou seja, não aceitam que podem desenvolver a doença.

“O jovem muitas vezes nega sua condição sorológica. Para ele é mais complicado aceitar do que para uma pessoa acima de 50 anos”, disse Benzaken.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Veja 5 ótimas estratégias que irão ajudar muito você a não ter medo de falar em público…

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Há alguns anos eu fui convidado para fazer o meu primeiro discurso e cometi o erro de dizer “sim”.

Estava aterrorizado: quando era estudante, o meu coração ficava agitado só de pensar em levantar a mão na sala de aula.

Nas semanas que antecederam o evento eu tinha pesadelos onde esquecia a fala e acordava suando frio. Não importava o quanto eu praticasse, três dias antes da fala, eu mal conseguia respirar.

Durante o discurso nada saiu surpreendentemente errado. Isso me deixou aliviado… até ler o feedback do público. Eis alguns comentários:

• “Tente não ficar tão nervoso. Você parecia um Muppet que tinha memorizado cada frase da apresentação.”

• “Parecia que você estava lendo um teleprompter. Respire! Foi muito mecânico.”

• “Você estava tão tenso que eu tremia na minha cadeira só de te ver.”

No último um ano e meio eu já dei mais de 100 palestras e centenas de apresentações e as coisas mudaram drasticamente.

Eu ainda fico nervoso, ocasionalmente, mas falar em público é agora uma das minhas atividades favoritas.

Continua…

Aqui estão cinco passos que têm sido bem úteis para reduzir a ansiedade.

1. Não tente se acalmar


Em uma pesquisa inteligente, a professora de Harvard, Alison Wood Brooks, pediu que as pessoas fizessem um discurso sobre o que os tornaria bons colegas de trabalho.

Alerta de ansiedade: eles seriam filmados e avaliados por um comitê. Mais de 90% dos entrevistados disseram que a melhor estratégia era se acalmar. Mas não funcionou.

Quando os avaliadores independentes analisaram os discursos perceberam que as pessoas que tentavam relaxar acabavam fazendo discursos sem poder de persuasão ou confiança.

Em vez de dizer “Eu estou calmo” as pessoas fizeram discursos mais convincentes quando disseram “Eu estou empolgado”.

O mesmo aconteceu quando as pessoas que estavam ansiosas antes de cantar Don’t Stop Believin, também disseram: “Eu estou empolgado”. Isso levou a um melhor desempenho no karaokê do que os que diziam “Eu estou calmo.”

Por que? Fisiologicamente nós temos dois sistemas diferentes: o “go” (de seguir em frente) e o “stop” (de parar).

Susan Cain, autora introvertida de O Poder dos Quietos, que superou a sua fobia de falar em público quebrando o recorde em um TED talk, explica: “O sistema go faz com que você fique animado. O sistema stop faz com que você desacelere e fique pra baixo e faz com que você fique cauteloso e vigilante”.

Cain sugere que é um erro tentar desligar o sistema stop; você quer ligar o seu sistema go, de seguir em frente. A ansiedade é uma emoção intensa e é difícil fazer com que desapareça rapidamente ao confrontar a incerteza. É mais fácil converter a ansiedade em outra emoção forte como a excitação.

Você não vai me pegar cantando Journey tão cedo. Mas quando eu sinto pânico de falar em público eu já não luto contra a vontade de parar. Eu me concentro nas razões para seguir em frente: que vou passar uma mensagem que é muito importante para mim.

Eu gosto de hipóteses desafiadoras, que ofereçam insights de ação e com algum tipo de elemento de entretenimento.

Quando o meu entusiasmo aumenta a ansiedade desaparece. Essa sensação não desaparece completamente, no entanto. Richard Branson observa (parafraseando uma sátira atribuída a Mark Twain): “Existem apenas dois tipos de oradores no mundo: 1. Os nervosos e 2. Os Mentirosos”.

2. Pratique em frente a uma plateia

Quando eu ensaiava os meus primeiros discursos eu o fazia sozinho. Estudos clássicos do falecido psicólogo de Stanford, Robert Zajonc, demonstram que a mera presença de outras pessoas aumenta a nossa empolgação.

Se você praticar sozinho, você não terá a chance de ajustar essa empolgação.

A chave é praticar em condições que se assemelhem à da performance, o mais que puder. Tendo isso em mente eu me surpreendi bastante ao descobrir que antes de uma palestra na frente de uma multidão, a melhor preparação praticar na frente de um pequeno grupo.

Nesse tipo de grupo você pode ver as expressões faciais de todos e sentir o olhar deles queimando um buraco na sua retina.

(Quer uma estratégia infalível para pirar um introvertido ansioso? Fique encarando-0. Ser o foco de atenção de outras pessoas pode ser extremamente estimulante.)

Na multidão, as faces ficam borradas e o contato olho a olho desaparece, o que pode reduzir bastante a excitação. Então, se você quer se preparar sob ansiedade máxima, pratique na frente de um pequeno grupo.

Não é coincidência que antes da sua palestra no TED, Susan Cain tenha ensaiado em uma sala com 20 estranhos.

3. Apague as luzes

Para reduzir a ansiedade durante o discurso eu gosto de escurecer o ambiente. Os rostos tornam-se menos visíveis, a minha excitação cai. Eu descobri recentemente que há mais um benefício ao ter uma iluminação fraca: o público ri mais.

Os comediantes preferem um “espaço mal iluminado,” escreveram Peter McGraw e Joel Warner em seu livro The Humor Code (O Código do Humor, em tradução livre) que parece “ajudar as pessoas a se sentirem mais protegidas e, portanto, menos inibidas ao rirem.”

É claro, a escuridão também ajuda as pessoas a se sentirem menos inibidas ao ir dormir. Então eu só desligo as luzes quando eu me sinto confiante no valor de entretenimento do discurso.

4. Conheça a sua audiência


Eu descobri que quanto mais eu aprendia sobre a minha audiência antes, menos nervoso eu ficava. Além de me ajudar a adaptar o material, isso o humaniza e enfatiza que temos algo em comum.

Em todo agosto eu dou um curso de uma semana para centenas de estudantes de MBA da Wharton.

É a primeira aula que eles assistem na escola de negócios e eu não tenho muito tempo para ficar à vontade com eles.

Depois de passar alguns dias lendo suas biografias, eu fico mais animado do que ansioso. Eu vi que um deles tinha tido uma vida fascinante como remador olímpico e que outro cresceu em minha cidade natal.

5. Inicie com um enigma, uma pergunta ou uma história


Dylan Chalfy, coach talentoso e ator profissional, me ensinou a abrir com um enigma, o que põe a atenção do público nas ideias em vez do discurso.

Começar com uma pergunta tem um efeito semelhante: faz a audiência pensar em vez de julgar.

Malcolm Gladwell fez uma observação semelhante sobre começar com uma história: o público é absorvido pela narrativa e acaba focando na trama e nos personagens, em vez de prestar atenção no contador de histórias.

Recentemente, eu falei no Google Zeitgeist. Foi quando eu me senti mais nervoso, há muito tempo não me sentia assim: o público estava cheio de pessoas extraordinárias e o evento estava sendo filmado para lançamento online. Apesar de estar longe de um desempenho impecável, eu não perdi o sono antes.

Meu tom de voz era demasiado alto no início, um sinal óbvio de ansiedade, mas ficou melhor durante o discurso, ao encontrar o meu ritmo.

Fonte: Exame

Aborto até terceiro mês de gestação não é crime, decide 1ª Turma do STF…

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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) abriu ontem uma nova jurisprudência e não viu crime na prática de aborto realizada durante o primeiro trimestre de gestação – independentemente do motivo que leve a mulher a interromper a gravidez.

A decisão da 1ª Turma do STF valeu apenas para um caso, envolvendo funcionários e médicos de uma clínica de aborto em Duque de Caxias (RJ) que tiveram a prisão preventiva decretada. Mesmo assim, o entendimento da 1ª Turma pode embasar decisões feitas por juízes de outras instâncias em todo o País.

Durante o julgamento desta terça-feira, os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber se manifestaram no sentido de que não é crime a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre, além de não verem requisitos que legitimassem a prisão cautelar dos funcionários e médicos da clínica, como risco para a ordem pública, a ordem econômica ou à aplicação da lei penal.

Programa de bolsas de estudo facilita acesso ao ensino básico e superior em Caruaru


Uma bolsa de estudo é a chave para muitas pessoas ingressarem em instituições particulares sem precisar pagar o valor integral da mensalidade. Para facilitar o acesso a uma educação de qualidade, o programa Mais Bolsas está disponibilizando, para o semestre 2017.1, vagas com descontos de até 50% para a Educação Básica e Superior, que irão beneficiar mais de 500 Caruaruenses.

Por meio de parcerias com mais de 10 mil instituições, como a Escola São Lucas, Fael e Grupo Educa Mais EAD, o programa concede bolsas de estudo nas modalidades presencial e à distância para todo o país. Entre os cursos superiores oferecidos emCaruaru/PE estão Administração, Ciências Contábeis, Gestão Pública e Direito Civil.


Para o gerente do Mais Bolsas, José Araújo, a educação é um dos principais pilares da sociedade e o programa pode ser a solução para quem não tem condições de pagar uma mensalidade integral. “As pessoas têm consciência da competitividade do mercado de trabalho em meio à crise econômica e vêm buscando uma qualificação profissional. O Mais Bolsas existe justamente para possibilitar esse acesso”, afirma Araújo.


Para se inscrever gratuitamente, basta acessar www.maisbolsas.com.br, escolher a cidade, modalidade, a série ou curso e a instituição pretendida. O candidato pode ser aprovado de imediato, caso haja vaga disponível. Mais informações podem ser obtidas por meio do SAC, chat, redes sociais ou central de atendimento, nos telefones 4007-2209, para capitais e regiões metropolitanas, ou 0800 002 5854, para as demais localidades.