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sexta-feira, 24 de março de 2017

Caruaru vai contar com exposição sobre os 50 anos da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém


Os empreendedores do Polo Caruaru apostam alto nas vendas da Semana Santa. O Centro de Compras fechou várias parcerias com operadoras de turismo e agentes de viagem que levam grupos para assistir à Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, durante a temporada. Eles passarão a incluir em seus roteiros uma parada no Polo, entre os dias 8 e 15 de abril, quando acontece a temporada 2017 do espetáculo, que este ano celebrará os 50 anos do Teatro de Nova Jerusalém.


O Polo também irá sediar, a partir do dia dois de abril, uma exposição especial sobre os 50 anos da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, o que será um atrativo a mais para aqueles que visitarem o local. A exposição é gratuita e traz detalhes e curiosidades sobre o início do espetáculo e a construção do maior teatro ao ar livre do mundo.



Para divulgar o atrativo, o Polo preparou uma campanha publicitária que inclui spots de rádio e outdoor, além de reforço nas redes sociais. “A semana Santa é uma período muito importante para o nosso negócio. Queremos aproveitar ao máximo essa presença do turista que vai a Nova Jerusalém. Ele é um cliente de grande potencial. Estamos bastante otimistas também com relação à exposição, que é uma iniciativa inédita, nos moldes que está sendo preparada, principalmente, porque marca uma data muito especial, que são os 50 anos da Paixão no teatro de Nova Jerusalém”, finaliza o empreendedor Djalma Cintra Júnior

Seminário da Fiepe em Caruaru com palestra de Chico Pinheiro

Seminário da Fiepe em Caruaru com palestra de Chico Pinheiro

O jornalista Chico Pinheiro estará em Caruaru, como palestrante do seminário “Por dentro da Economia e perspectivas de mercado” promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco, no dia 12 de maio. Com 37 anos de carreira, é um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro a noticiar momentos marcantes do Brasil e do mundo. As inscrições para o evento já estão abertas.

A iniciativa da Fiepe tem como objetivo proporcionar uma agenda para a discussão das informações do cenário econômico atual. Além disso, a programação do evento contará com dois momentos para os participantes conhecerem os benefícios das instituições financeiras para a região Agreste, através de uma mesa redonda e de um balcão de crédito com atendimento personalizado, antes da palestra. O Seminário contará também com a apresentação de um case de sucesso.

Executivos, gestores, empreendedores, estudantes universitários dos cursos de Administração, Economia, Gestão Empresarial e áreas afins e empresários do segmento de comércio e serviços são esperados. Para garantir presença no evento, é necessário entrar em contato com a Fiepe Agreste pelos telefones: (81) 3722-5667 ou (81) 9 9123- 7888 ou pelo e-mail: regional.agreste@fiepe.org.br. O valor do investimento é de R$ 200 com até 30% de desconto para a indústria. Estudantes e idosos têm até 30% de redução na inscrição, de acordo com a política de descontos da Federação.

Chico Pinheiro

Conhecido pelo bordão “Graças a Deus que hoje é sexta-feira. É vida que segue”, Chico Pinheiro é âncora do Bom Dia Brasil e eventualmente apresenta o Jornal Nacional.  Natural de Santa Maria da Boca do Monte, no Rio Grande do Sul, nasceu em 17 de junho de 1953 e foi criado em Minas Gerais. Ele formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG), em 1976, e teve sua primeira experiência como estagiário no Diário de Minas, em 1971. Além da Rede Globo, Chico Pinheiro também atuou na Band e na Record.

Serviço:

Seminário “Por dentro da Economia e perspectivas de mercado com Chico Pinheiro”

Data: 12 de maio

Local: a definir

Horário: 17 às 21h

MPPE está de olho na falta de efetivo da PMPE


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O pouco efetivo da Polícia contribui para o aumento desenfreado da violência no Estado.
(Reprodução: Internet)

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para apurar o que classifica como omissão do Governo do Estado em manter o efetivo da Polícia Militar (PM) num patamar suficiente para garantir a segurança pública. A investigação, conduzida pelo promotor de Defesa dos Direitos Humanos, Westei Conde, foi motivada, entre outros pontos, pelo aumento da violência, indicado em números como o de homicídios - 977 só nos primeiros dois meses deste ano, segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS).   

A situação tem piorado desde dezembro, quando policiais intensificaram a recusa a plantões do Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES). As horas extras amenizavam o déficit de PMs nas ruas. 

Na portaria que formalizou o inquérito civil, o promotor alega que, apesar de a população de Pernambuco ter crescido em quase um milhão de pessoas ao longo de dez anos (+9,7%), o número de policiais aumentou bem menos (+2,2%). Em 2003, por exemplo, o território tinha 8,3 milhões de habitantes e 18.927 PMs, ou um policial para cada grupo de 443 pessoas. Já em 2013, a população do Estado era de 9,2 milhões, e o efetivo da Polícia Militar, de 19.348 - um policial para 475 habitantes. Na ativa, há 18,8 mil servidores. Baseada na Lei Estadual 12.544/2004, que trata da fixação do efetivo, a Associação de Cabos e Soldados afirma que seriam necessários 26.865 militares na corporação. 

“A gente percebe que há um retorno aos números negativos da época em que o Pacto Pela Vida foi implantado. Por isso, vamos tentar entender quais critérios o Estado adota quando se trata da recomposição do efetivo”, diz o promotor Westei Conde, acrescentando que o próximo passo é ouvir representantes da SDS, da Secretaria de Administração e do Comando da PM. 

O promotor ainda avalia que o PJES, “na prática, traduz-se como medida paliativa para minimizar o déficit de pessoal” e “complementar remuneração dos policiais militares”. “O programa representa uma precarização das relações de trabalho. Quando passou a haver uma baixa adesão ao PJES, isso, por óbvio, repercutiu no emprego do efetivo”, declarou Conde. 

A SDS informou que ainda não foi notificada sobre o inquérito, mas esclareceu que, desde 2015, já foram convocados 1,1 mil aprovados no concurso da PM que estava em vigor, e que, em 2016, foi aberto novo certame para a corporação, que selecionou 1,5 mil pessoas.


Fonte: www.folhape.com.br

quinta-feira, 23 de março de 2017

Em maio tem 12ª Caminhada pela vida do Icia


Câmara dos Deputados aprova projeto que permite terceirização irrestrita

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Participaram da seção 427 deputados. 
(Reprodução: Internet)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) por 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade.

Os principais pontos do projeto são os seguintes:

A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da empresa. Por exemplo: uma escola poderá terceirizar faxineiros (atividade-meio) e professores (atividade-fim).

A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores.

A empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.

O tempo de duração do trabalho temporário passa de até três meses para até 180 dias, consecutivos ou não.

Após o término do contrato, o trabalhador temporário só poderá prestar novamente o mesmo tipo de serviço à empresa após esperar três meses.

A oposição apresentou seis destaques (proposições para modificar pontos do texto), todos rejeitados. Com isso, o projeto seguirá para sanção presidencial.

Dentre os 188 votos contrários à proposta, muitos foram de deputados governistas. Em sete dos principais partidos da base aliada, por exemplo, houve 56 votos contrários. Na bancada do PSDB, 11 votaram contra. No PMDB, partido do presidente Michel Temer, foram 10, além de 7 do DEM, 7 do PP, 10 do PR, 5 do PPS e 6 do PSD, todas legendas da base aliada do governo.

Enviada ao Congresso pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1998, a proposta já havia sido aprovada pela Câmara e, ao passar pelo Senado, sofreu alterações. De volta à Câmara, o texto aguardava desde 2002 pela análise final dos deputados.

Em 2015, a Câmara aprovou um outro projeto, com o mesmo teor, durante a gestão do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto foi enviado para análise do Senado, mas ainda não foi votado.

Atualmente, não há legislação específica para regular a terceirização. O entendimento da Justiça do Trabalho é que a prática só é possível em atividades secundárias das empresas, também chamadas de atividades-meio. Atualmente, não são terceirizados trabalhadores das atividades-fim (as atividades principais das empresas).

Embora o texto não use diretamente esses conceitos, se a lei for sancionada por Temer, haverá permissão para terceirização de qualquer atividade.

Dessa forma, uma escola, por exemplo, poderá contratar de forma terceirizada tanto faxineiros e porteiros (atividades-meio) quanto professores (atividade-fim).

O projeto aprovado pela Câmara não prevê vínculo de emprego entre a empresa contratante dos serviços e os trabalhadores terceirizados. Mas o texto estabelece que a "empresa-mãe", que contrata a terceirizada, responda de forma subsidiária se o trabalhador não conseguir cobrar direitos devidos pela empresa que o contratou.

A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir seus trabalhadores, que prestarão serviços a terceiros. Será permitido ainda que a terceirizada subcontrate outras empresas.

A contratante, por sua vez, deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores em suas dependências.

O projeto também ampliou o prazo de duração do contrato de trabalho temporário dos atuais três meses para seis meses, prorrogáveis por mais três meses.

Pelo texto aprovado, após o término do contrato, o trabalhador só poderá prestar novamente esse tipo de serviço à mesma empresa após esperar um prazo de três meses.

Deputados

O relator da matéria, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), defendeu a aprovação do projeto. Segundo ele, foi retirado do texto o trecho que concederia anistia aos débitos, penalidades e multas anteriores à lei.

Para o deputado, a proposta é positiva para o trabalhador. “Me apontem um item do texto que retire direitos do trabalhador. Não existe”, disse.

Durante a sessão, partidos de oposição tentaram obstruir a tramitação, apresentando requerimentos, por exemplo, para que as votações fossem nominais e a análise do texto, adiada.

“Não é garantir direito do trabalhador terceirizado. É terceirizar toda e qualquer atividade do mundo do trabalho, precarizando as relações de trabalho e precarizando direitos”, afirmou o líder do PSOL, Glauber Braga (RJ).

A favor

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é uma das entidades empresariais que defendem a proposta. A instituição afirma que a separação entre atividade-meio e atividade-fim é aplicada apenas no Brasil e traz insegurança jurídica.

“A dicotomia entre fim e meio, sem uma definição certeira do que é uma coisa ou outra, motiva conflitos e aumenta a distância entre o Brasil e outros países. No mais, a escolha do que terceirizar deve ser da própria empresa”, afirmou Sylvia Lorena, gerente-executiva de Relações do Trabalho da CNI.

Contra

A proposta é criticada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), que vê a liberação da terceirização irrestrita como inconstitucional.

Para a entidade, o texto apresenta inconsistências ao criar uma norma legal dizendo que a pessoa não se enquadra como empregado, embora o seja.

Outro problema apontado pela Anamatra é que o texto exclui a responsabilidade do tomador de serviços, mesmo no caso de terceirização lícita, "quebrando a proteção decorrente do pacto social".

Disque-Denúncia oferece R$ 2 mil de recompensa por informações de suspeitos de triplo homicídio em Caruaru

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Do G1 Caruaru

Foi realizada nesta quinta-feira,23, uma entrevista coletiva para detalhar as ações que estão sendo realizadas para elucidar o triplo homicídio que aconteceu no sítio Lagoa do Paulista, na última terça-feira, 21, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O encontro aconteceu na sede da Delegacia Regional de Caruaru, no bairro Boa Vista

Chefe da Divisão de Homicídios do Agreste, o delegado Bruno Vital explicou que a polícia segue na investida para buscar soluções sobre o crime. Segundo ele, o comércio de peças de motocicletas facilitou esse tipo de ação.
O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, Ely Jobson, disse que a PM segue com ações efetivas na zona rural para chegar a conclusão do fato. “Estamos na busca incessante para dar uma resposta a sociedade para resolver esse crime que chocou a população”, afirmou.
O coordenador do Disque-Denúncia Agreste, Alexandre César, disse que o órgão oferece uma recompensa de R$ 2 mil para quem passar informações que possam ajudar a resolver o crime. “Esperamos contar com o apoio da população para resolver esse crime. Já recebemos seis informações sobre o crime e estamos avaliando”, diz.
Bruno Vital informou ainda que na manhã desta quinta-feira (23) duas motos foram encontradas queimadas na reserva da Serra dos Cavalos, também na zona rural da cidade. “Ainda vamos esperar pela perícia para saber se as motos foram as roubadas no crime, já que estavam queimadas”, diz.
A delegada Polyana Farias chamou atenção para o fato de algumas peças estarem faltando. “Existe um mercado em Caruaru de vendas de motos e peças roubadas. Não podemos afirmar que as motos são as roubadas, mas essas que foram achadas hoje estavam com peças faltando, uma prova que a população precisa fazer a parte dela e não comprar esse tipo de material”, completou.