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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Mortes sobre duas rodas têm alto custo para Pernambuco…

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Apesar da redução de 12% no número de mortes devido a acidentes com motocicletas no Estado em 2015 na relação a 2014, o custo com essa modalidade ainda é um fardo pesadíssimo para o poder público. São nada menos que R$ 917 milhões, valor que poderia manter por quatro anos o Hospital da Restauração, maior unidade de emergência do Estado. Para se ter uma ideia da dimensão dos gastos resultantes de acidentes e óbitos em duas rodas, o total que o governo emprega no combate às arboviroses (dengue, zika e chicungunha) e no tratamento dos doentes representa apenas 10% desse valor. Uma despesa que poderia ser evitada caso os condutores fossem mais prudentes e cujo valor, no atual contexto de crise econômica, poderia ser direcionado a outros serviços públicos.

Das 32.881 pessoas envolvidas em acidentes com motocicletas em 2015, 719 faleceram, segundo pesquisa divulgada ontem pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Em 2014, os acidentes tiveram 34.794 vítimas, das quais 820 vieram a óbito. Na Região Metropolitana do Recife, a redução de mortalidade foi maior que a média do Estado: 16,8%. O lugar mais perigoso para um condutor de motocicleta no Grande Recife, segundo a pesquisa, é o trecho urbano da BR-101, entre a capital e o município de Jaboatão dos Guararapes. Em segundo lugar, a rodovia PE-15, entre Olinda e Paulista. A PE-22 em Paulista, e as Avenidas Agamenon Magalhães, no Recife, e Presidente Kennedy, em Olinda, completam o ranking.

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