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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Em Caruaru, entidades de classe divulgam resultado de pesquisa no Parque 18 de Maio


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Os resultados da pesquisa de atualização e informação comercial com as lojas do Parque 18 de Maio foram divulgados em reunião, no dia 16 de dezembro, na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic). Representantes da Acic, do Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sindicato dos Lojistas de Caruaru (Sindloja), entidades que encomendaram o estudo, estiveram presentes e apresentaram os dados coletados pela Fecomércio, responsável pelo levantamento.
Ao todo, 390 dos 500 lojistas que atuam no Parque 18 de Maio foram ouvidos. As micro e pequenas empresas, em sua maioria, constituem o local. Dentro do conjunto pesquisado, foi identificado o predomínio do atacarejo, forma de comercialização que mistura atacado com varejo, representando 59,75%, e dos clientes varejistas, com 37,9%. Para 82,1% dos participantes, a segurança é a principal deficiência apontada. Menos da metade investe na divulgação dos negócios e quando o fazem aposta na propaganda via redes sociais e rádio. Quase a totalidade dos estabelecimentos, 93,8%, realiza vendas nas segundas-feiras. 75,9% acreditam que a saída da Feira da Sulanca irá impactar negativamente o comércio no Parque, porém a maioria pretende permanecer onde está.
“Podemos projetar os nossos próximos passos. Trata-se de um centro de comercialização forte para o município e toda a região. Com a saída ou não da Feira, temos naquela localidade um verdadeiro shopping a céu aberto com bastante perspectiva de crescimento. Os resultados irão orientar também nossos pedidos ao poder público, melhorias para a valorização do local”, disse o coordenador da Câmara Setorial Centro Moda 18 de Maio, Gustavo Pereira.
A pesquisa confirmou ainda a credibilidade das entidades solicitantes do estudo e da Fecomércio junto aos empresários. Os conceitos de “muito importante” e “importante” foram os mais utilizados na categorização das instituições. A coleta de informações foi feita em outubro deste ano através do trabalho de cinco pesquisadores da Fecomércio que aplicaram questionários de avaliação de questões como vendas, marketing e comunicação.

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