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sábado, 13 de julho de 2013

Cesta básica vendida no Recife teve o maior aumento de preço do País

A mais barata custa R$ 33,67; com alguns itens a mais sai por R$ 58,21.
Governo reduziu para zero impostos que incidiam sobre os produtos.


Fazer compras nos supermercados do Recife está pesando mais no bolso do consumidor. Uma pesquisa revela que a cesta básica na capital teve o maior aumento de preço do Brasil. Nem a farinha escapou da alta: está três vezes mais cara. O quilo, que era R$ 2,50, hoje sai por R$ 6.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o principal medidor da inflação no País. O percentual acumulado na capital pernambucana em um ano - de junho de 2012 a junho de 2013 - foi de 7,8%. Já a cesta básica, subiu 28% no mesmo período. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foi a maior elevação verificada em todo o Brasil.
Nos mercados da cidade, é fácil achar consumidores reclamando dos preços. Um quilo de queijo coalho, por exemplo, era R$ 16 e agora sai por R$ 20 no Mercado de Casa Amarela, na Zona Norte. Já o quilo de feijão carioquinha, que era R$ 4,50, está por R$ 6,90. O comerciante Fábio Lima vende carne há 30 anos no local e diz que o produto não para de subir. “Venho recebendo carne sempre com um aumento no preço”, disse.

Nas prateleiras dos supermercados, cesta básica mais barata custa R$ 33,67; com alguns itens a mais sai por R$ 58,21. O economista José Fernandes Menezes citou fatores que contribuem para a arrancada dos preços: quebra da safra, seca, alta demanda, sazonalidade dos produtos e importação de outros estados.

O aposentado Márcio Giufrida mora em Santos, no Litoral de São Paulo, e vem passar férias no Recife. Ele achou tudo uma fortuna. “Carnes de primeira, como contra-filé e alcatra, nós compramos lá por R$ 11,90 a peça toda e aqui encontrei até por R$ 25 o quilo”, comentou.

O governo federal reduziu para zero os impostos PIS/Pasep e Cofins, que incidiam sobre os itens da cesta básica. A ideia de desonerar é para tentar baixar o preço dos produtos. “É uma medida positiva você rever as taxas de impostos, no entanto, resta saber se a demanda desses produtos tende a se manter. Se a oferta cai, o preço aumenta. Então, é preciso outros componentes para completar essa política econômica”, explicou o economista.

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