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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Feira da Sulanca de Caruaru pode ser realizada aos domingos durante o mês de dezembro

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Foi realizada na manhã desta segunda-feira (4) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, uma consulta sobre a Feira da Sulanca. A intenção é saber a opinião dos sulanqueiros sobre a realização das feiras aos domingos durante o mês de dezembro.
O presidente da Associação dos Sulanqueiros, Pedro Moura, disse que a escuta é para tomar uma decisão sobre o que fazer nas últimas feiras do ano. “Vamos consultar os feirantes, banco a banco, para que ele possa opinar sobre o assunto. Se ele prefere que a mesma aconteça no domingo com as lojas fechadas, ou na segunda, com as lojas abertas”, disse.
Ainda de acordo com o Pedro Moura, após os mais de oito mil feirantes responderem sobre o tema, uma assembleia vai ser realizada nesta testa terça (5), uma assembleia na sede do Sindloja, para deliberar sobre o tema. “A partir de 9h vamos homologar o resultado e o que a maioria decidir, vamos avisar aos feirantes”, disse.
Na quarta-feira (6) a associação vai comunicar a prefeitura de Caruaru e ao Comando Presente sobre a decisão dos sulanqueiros. “A partir disso, vamos montar um planejamento estratégico, seja para funcionar nos domingos ou nas segundas. Teremos prazo para reforçar a segurança e a comunicação”, disse.

Gasolina aumenta hoje 3,3% nas refinarias; diesel sobe 0,1%

Gasolina aumenta amanhã 3,3% nas refinarias; diesel sobe 0,1%

 O aumento é nas refinarias e está de acordo com a nova política de preços da estatal, que utiliza como base “o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos principais concorrentes para o mercado - importação do produto”.

Após dois meses em vigor da nova política de reajuste do preço dos combustíveis, a Petrobras avaliou como positiva a mudança implantada em 3 de julho, com aumentos ou reduções quase diários da gasolina e do óleo diesel.

Em reunião na semana passada, o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da Petrobras disse que “os ajustes promovidos têm sido suficientes para garantir a aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio”.

Segundo a estatal, durante o mês de agosto os ajustes acumulados foram de +3,4% na gasolina e de +2,2% no diesel, até o dia 29 último. Em julho, na avaliação feita até o dia 27, os ajustes acumulados foram de 4,7% no diesel e de - 0,6 % na gasolina.

Para o consultor Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (Cbie), a política de ajustes é positiva para a empresa, que, segundo ele, tem conseguido diminuir a capacidade ociosa das refinarias e reconquistar mercado na venda de gasolina e de diesel no país.

“Acho que a política está tendo sucesso, as empresas que importavam estão tendo que ter muito mais cuidado na importação, porque a importação às vezes demora, o prazo da chegada do produto no Brasil é de uns 30 dias, e em 30 dias a Petrobras pode ter feito 30 reajustes, para baixo ou para cima, no preço da gasolina. Então, agora, as distribuidoras/importadoras de gasolina e óleo diesel têm que prestar muita atenção no estoque dos produtos. Porque antes olhavam muito só a questão do preço”.

Do ponto de vista da sociedade, Pires considera uma boa política porque os reajustes diários banalizam os aumentos ou reduções e “tiram a gasolina e o diesel da primeira página do jornal. A gente tinha uma cultura no Brasil de achar que preço de gasolina e diesel é diferente do preço do leite, do arroz, do feijão, e sempre ficava aquela expectativa, quando é que vai anunciar o aumento da gasolina, o aumento do diesel, daí dava primeira página do jornal e o cara aumentava o pão na padaria, o refrigerante e a cachaça no mercado”, argumentou.




Controle da inflação

Segundo ele, anteriormente os reajustes eram feitos “para controlar a inflação, aumentar a arrecadação ou ajudar os candidatos apoiados pelo governo de plantão a ganharem as eleições”
Já o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Felipe Coutinho, afirmou que a nova política não diminuiu a ociosidade das refinarias, nem fez a empresa reconquistar mercado.
“Na verdade, através da política de preço da Petrobras, a gente está entregando o mercado brasileiro para os importadores. Você pode verificar isso tanto na ociosidade das refinarias quanto nos dados de importação de derivados. Com essa política de preços, a Petrobras aumentou o preço nas refinarias. E quando reajustou o seu preço nas refinarias, ela viabilizou a importação por terceiros. Isso é o mesmo que entregar o mercado brasileiro para os concorrentes”, explicou.
Coutinho discorda que os combustíveis possam ser considerados como as outras commodities (mercadorias com preços em dólar). Segundo ele, “a qualidade de vida das pessoas está ligada à intensidade energética do seu consumo”.
“A energia é o que movimenta a economia, é o que movimenta a indústria, é o que faz com que as mercadorias e as pessoas circulem. Então, quando você tem preço da energia alto, você torna toda a economia menos produtiva. E essa improdutividade da economia impacta nas condições de vida da população. Quando você consegue ter uma economia com os custos de energia mais baixos, ela fica mais competitiva e as pessoas podem consumir mais”, opinou.
O engenheiro lembra também da importância do preço da energia para a economia interna ser capaz de competir internacionalmente e no caráter estratégico e militar.
“Você tratar a questão da energia, do petróleo, como se fosse uma mercadoria qualquer e fosse substituível, isso é uma falácia. Isso não é feito pelos principais países. Pelo contrário, se trata a questão da soberania energética, assim como a soberania alimentar, como uma questão vital para o interesse nacional. Quando você trata, no Brasil, o petróleo brasileiro como se fosse uma mercadoria qualquer, na verdade você está favorecendo os interesses estrangeiros que querem se apropriar do petróleo, e que não tratam o petróleo dessa forma”, finalizou.
 Edição: Kleber Sampaio

Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil

Mercado financeiro eleva projeção do crescimento da economia para 0,5% este ano

Mercado financeiro eleva projeção do crescimento da economia para 0,5% este ano

De acordo cm o boletim Focus, uma publicação divulgada hoje (4) no site do Banco Central (BC), a expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi ajustada de 0,39% para 0,5% este ano e mantida em 2% para 2018.
Na última sexta-feira (1º), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou o PIB o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação do PIB foi de 0,3%.
Inflação
A estimativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,45% para 3,38% este ano. Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,20% para 4,18%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. 

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 9,25% ao ano. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a Selic, está marcada para amanhã (5) e quarta-feira (6). A expectativas das instituições financeiras é que a Selic seja reduzida nesta reunião em 1 ponto percentual para 8,25% ao ano. 

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já  a expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 foi mantida em 7,25% ao ano. Para o fim de 2018, permanece em 7,50% ao ano.

 Edição: Kleber Sampaio

Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Crianças que lidam melhor com adversidade são menos vulneráveis, diz estudo

Crianças que lidam melhor com adversidade são menos vulneráveis, diz estudo

A pesquisa estuda 400 jovens de 12 a 18 anosna cidade de Delfinópolis (MG) e é realizada pelo neurologista Marco Antônio Arruda. É avaliada no estudo a intervenção da violência nas funções executivas, que são as habilidades cognitivas necessárias para controlar e regular nossos pensamentos, emoções e ações. Os estudantes são avaliados por meio de atividades dentro da sala de aula, que estimam o  seu desempenho escolar ao longo dos próximos anos. A partir das contatações, serão feitas intervenções junto aos pais e professores de adolescentes com disfunções, para reabilitar essas funções e retomar sua resiliência. No estudo de Delfinópolis, foram distribuídos questionários para as próprias crianças, além dos pais e educadores, com o objetivo de verificar a capacidade delas de enfrentar adversidades e não sofrer ruptura no seu desenvolvimento. São crianças muitas vezes de classes sociais desfavorecidas, que não vivem com os pais e, a despeito disso, têm alto desempenho escolar e saúde mental normal.
“Crianças de alto desempenho escolar são mais resilientes; portanto, menos vulneráveis do que crianças com baixo desempenho escolar. Existe uma correlação direta de resiliência com desempenho escolar com saúde mental, com função executiva. Está tudo intrincado”, analisou o neurologista. A meta é acompanhar essas crianças nos próximos cinco a seis anos para avaliar se a intervenção junto aos adultos, para reverter disfunções executivas, teve sucesso ou não.
Boas funções
Outro estudo coordenado por Marco Antônio Arruda revelou a importância da observação das funções executivas na infância. Ele revelou que crianças com boas funções executivas durante os primeiros anos da vida escolar têm menos probabilidade de apresentar problemas e dificuldades ao longo da vida. A pesquisa foi feita entre 2013 e 2015, com 4 mil crianças da faixa etária de 5 a 12 anos de todas as escolas públicas do município de São Sebastião do Paraíso (MG). O estudo permite avaliar aspectos do desenvolvimento da criança a partir do início do ensino fundamental 1 (1º ao 5º ano) que “têm grande valor de predição se elas vão ter bom desempenho na vida escolar”, disse Arruda. Dificuldades que muitas vezes não chamam a atenção de pais e educadores podem ser identificadas nessa fase. 
“Crianças que têm dificuldades nessa etapa vão ter dificuldades até na vida adulta”, afirmou Arruda. A pesquisa abordou funções executivas simples, que vão desde trocar de roupa e tomar banho, até atividades mais complexas, como escrever um livro. Foi observada a capacidade de a criança se organizar no tempo e no espaço para executar uma tarefa, de regular as emoções, inibir comportamentos, prestar atenção e perseverar diante das dificuldades. A partir de questionários distribuídos aos pais e professores das 4 mil crianças sobre o comportamento delas em casa e na escola, o neurologista pôde estimar que há de normal ou anormal em suas funções executivas. A vantagem de identificar precocemente crianças que vão ter problemas de aprendizado mais adiante é poder agir de forma preventiva, afirmou o médico. Isso facilita o desenvolvimento de programas de saúde pública com o objetivo de reabilitar essas funções, com apoio da família e da escola.
Disfunções
O neurologista também destaca, com base em pesquisa anterior, a correlação entre funções executivas e condição econômica, saúde mental e desempenho escolar. Crianças com disfunções mais frequentemente se tornam adolescentes e adultos com baixo autocontrole e são mais suscetíveis ao uso de drogas, tabado e álcool, à vida sedentária e à obesidade, segundo estudo feito em 2011 com 6 mil crianças e jovens de 87 cidades brasileiras. Elas acabam chegando à vida adulta com maior prevalência de hipertensão, problemas cardiovasculares, disse Arruda. 

Outro dado revela que crianças das classes D e E têm risco 2,4 vezes maior do que as das classes A e B (ou o equivalente a mais 140%) de ter piores funções executivas. “Esse baixo funcionamento executivo funciona como perpetuação da pobreza seja na família, na comunidade, no país”, comentou o médico. 

O risco de piores funções executivas também está relacionado com o grau de instrução do chefe da família. Crianças cujo chefe da família era analfabeto tinham risco 4 vezes maior (300% a mais) de ter baixas funções executivas, se comparadas com as famílias com chefe de família alfabetizado. O mesmo ocorre quando o chefe da família tinha ensino fundamental 1, em comparação com o que completou o ensino fundamental 2 (5º ao 9º ano). Com ensino médio incompleto, o risco de baixas funções executivas é de 2,3 vezes maior do que com esse nível completo.  

Existe também correlação entre função executiva e saúde mental, indicou Marco Antônio Arruda. Crianças com alterações de saúde mental têm risco 12 vezes maior de ter problemas de disfunções executivas. Entre os problemas mentais, o neurologista citou problemas emocionais, de humor, depressão, ansiedade, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Os adultos que tiveram problemas de disfunção executiva na primeira infância tinham mais problemas de saúde mental do que os que apresentavam funções normais. 

Há correlação ainda da função executiva com o desempenho escolar. As crianças cujos professores as consideraram com desempenho escolar abaixo da média apresentavam risco 6 vezes maior, ou 500% a mais, de ter disfunção executiva.
Importância do estudo
Na avaliação da psicóloga especialista em jovens e adolescentes Elisa Bichels, membro da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissões Afins seção Rio de Janeiro (Abenepi-RJ), é fundamental ensinar educação emocional para as crianças.  “Hoje a gente pode capacitá-los para uma qualidade de vida diferenciada. Hoje, cada vez mais a gente sabe que a educação emocional pode gerar uma revolução social”. 

“Por isso, o estudo do [neurologista Marco Antonio] Arruda é tão importante, porque ele fala de prevenção, que é uma coisa que a gente não tem em saúde mental, principalmente na população brasileira. Em todo o mundo, se fala em prevenção em saúde mental há muitos anos. E no Brasil, não. Os estudos para crianças e adolescentes são muito novos”.

  Edição: Lidia Neves

 Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Com jeito de centrão, 36º partido brasileiro está prestes a nascer…


Apesar do nome Muda Brasil, o 36º partido brasileiro está longe de apresentar uma novidade no cenário político nacional. A legenda evita se posicionar em algum campo ideológico, definindo-se como de centro, e tem o sucesso na sua criação atribuído ao ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão e principal liderança do PR. O presidente da nova legenda, José Renato da Silva, afirma que Valdemar o ajudou apenas “não atrapalhando”, mas reconhece que está no PR a origem de seu partido.

— Sobre o Valdemar, tenho afeição por ele. Fiquei 15 anos no PR. Ele não me ajudou como eu gostaria. A ajuda que eu tive dele foi de não atrapalhar, de me dar liberdade de conversar com ex-companheiros. Alguns puderam me ajudar. Tive apoio de pessoas de praticamente todos os partidos, mas claro que no PR tem uma afinidade grande e foi uma boa base do apoio que eu tive — afirmou José Renato.

O pedido de registro do partido já recebeu parecer favorável do Ministério Público Eleitoral. Com isso, falta apenas o ministro Napoleão Nunes Maia preparar seu voto e levar o caso ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com a aprovação até o dia 7 de outubro, a legenda já estará apta a disputar as eleições de 2018. (Via O Globo)



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Caruaru recebe exposição de xilogravuras


Para os amantes da arte com temática regional, o Caruaru Shopping recebe até o dia 24 de setembro uma exposição que evidencia a xilogravura. Batizada de Xiloraiz, esse forma de arte vem atravessando as gerações, se mantendo em evidência no cenário artístico nacional. Tudo está montado no espaço Galeria Caruaru Shopping, próximo à entrada principal do cinema.

Por lá estarão expostos trabalhos de dois artesãos que são especializados na arte de xilogravura. Para as pessoas que ficaram interessadas em uma das obras, elas também estarão disponíveis para a venda. A exposição segue recebendo o público de acordo com o horário de funcionamento do centro de compras e entretenimento: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 11h às 21h.

Vale lembrar que não é cobrado nenhum valor para visitar a exposição.

Sobre a xilogravura

A xilogravura é uma técnica de impressão que usa a madeira entalhada como matriz do desenho. Essa arte foi bastante difundida a partir da produção de cordéis. Hoje, essa forma de expressão artística continua mais viva do que nunca, seja no Brasil ou em outros países do mundo. Nomes como J.Borges de Bezerros e Mestre Dila de Caruaru se tornaram referência nessa técnica.

Mundo SENAI recebe população de portas abertas em Santa Cruz do Capibaribe


Quem quiser saber mais sobre a Indústria e suas profissões e quiser participar de minicursos, oficinas e palestras gratuitamente, a hora é essa. O SENAI realizará de 11 a 15 de setembro o “Mundo SENAI” em suas 11 Unidades no Estado. Serão oferecidas oficinas, palestras e outras atividades. Os participantes também conhecerão detalhes sobre as profissões oferecidas pelo SENAI.

Estão sendo esperadas cerca de 30 mil pessoas durante a realização do evento nas Escolas SENAI de Areias, Santo Amaro, Paulista, Cabo de Santo Agostinho, Faculdade SENAI de Tecnologia (Santo Amaro), Jaboatão, Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Garanhuns, Petrolina e Araripina.

Para participar é necessário fazer inscrição no site www.pe.senai.br/mundosenai. São esperados 30 mil visitantes e 10 mil atendimentos à comunidade em todo o estado.